Alguma coisa nova que me faz compreender
Sobre o que sinto por você
E você o que sente? É alguma coisa na nossa mente
Agora, agora
Passos, pensamentos que omitem o meu ser
Quão belo és o dia em que ti vi
E carros indo e vindo no meio da rua
E a cidade continua suja e nua
Pensaste que nunca escreveria para ti
Escrevi e de novo revelo-lhe a poesia
Tão humana, tão cega, tão profana
Quanto a beleza de nossas risadas
Acuda meu coração afoito
Pois ninguém é sério aos dezoito
Vamos morrer jovens?
(Elian Woidello)