quinta-feira, 6 de setembro de 2007

No olho da tempestade
Pegue sua mãe e leve para onde quer

você deixou aflito aquele coração de mulher
Deitado na cama você chorae o capelão resa sua hora
Tudo foi um sonho tão antigo
você pediu perdão ao seu pior inimigo
e você faz sua euforia
sem palavras santas e alegria
Alegria é um termo que eu gosto de usar
em terra que tem fogo não entra agua e ar
não basta o caminho você sozinho está
esta é sua sina e assim vai ficar
Esqueça os arcades pan não vem
hamonia una para lá do trem
da espada fez sua estrada
e as palavras sua namorada
E o chão se abriu feito uma cova
possoas gritavam um verso uma trova
a guerrilha acabou e você não percebeu
levou o seus sonhos e tudo que era seu
alegria é um termo que eu gosto de usar
em terra que tem fogo não entra agua e ar
agua apaga o fogo sem teimar
terra nos enterra sem ter ar
e a fazenda que você deixounão caiu mais chuva nem mais molhou
no olho da tempestade tantos chamam
misericordia aos que clamam
no olho da tempestade tantos chamam
misericordia aos que clamam

Nenhum comentário: