Nunca entendi, como se passava
As estações, era o que restava
Era de noite e eu perdia o hoje por amanhã
Senhoras e senhores, e o que nos resta?
Já vi muitas pessoas, que vivem assim
E levam a vida na doce ociosidade
Vivendo que a cidade deixou para curtir
Senhoras e senhores, e o que nos resta?
Senhoras e senhores, é o que não presta
Na televisão, passa o carnaval
Na vida real, a fome é total
É um paradoxo que nunca compreendi
Senhoras e senhores, e o que nos resta?
Agora eu quero me libertar
Quero viver sem nunca parar
Mas até que chega a honra e a vontade de continuar
Senhoras e senhores, e o que nos resta?
Senhoras e senhores, é o que não presta
(Elian Woidello)
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
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