As pedras são como os sentidos;
Isolados, inconseqüentes, banidos;
Por pedaços de incertezas
Por rara métrica beleza.
Queria cantar e ser como qualquer;
Queria sonhar, e viver o que vier;
Odeie os tremasque machucam a língua;
Ajude os pontos antes que a loucura extinguia;
Quero falar na mesma voz de Camões;
Quero ser o rei dos sertões;
O anjo de qualquer mulher;
Quero ser Arrigo Barnabé;
Potty, Coralina, Leminski
Quem me ensina.
Aprendo como um esmero de locutor
Que não repara na essência só no amor
Que vivo segundo um algodão
Um sonho nas noites de verão, algo dual.
Quero sim viver o amor ser trema
Cantar a vida que sonhara para nos, tão nula.
E os sentidos ficam rígidos a lenda;
Isolado no escuro antes que a luz acenda.
Na vida não há partida
Uma poesia, um cindido
Um amor, um ímpeto
(Elian Woidello)
quarta-feira, 30 de julho de 2008
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