terça-feira, 11 de março de 2008

A luz de nossos olhos

A todos os violões quebrados

que tocam por ai desafinados

como políticos embriagados

e poetas abandonados como eu

Aos meus versos de Diabo sem mel

que ficam de longe alcançar o céu

e as minhas bobagens no papel

fazem-me réu de tudo que sei

E nos meus olhos uma luz bonita a brilhar em mim

deixa disso venha comigo, me faz feliz!

Ao inverno e ai verão

que loucos que chamam de estação

você pode se perder na intuição

olhando as estrelas em profusão a bailar

As tardes ensolaradas

que deixam nossa pele queimadas

na partida ou na chegada

eu quero viver as curvas dessa estrada

Nos seus olhos os mistérios como uma balança

que me fazem te amar, e voltar a ser criança

(Elian Woidello)

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